Diário de Viagem: Montevidéu

24 nov

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  • 30/07/2012 (00:51)

Hoje o dia foi tenso, emocionalmente. Mas deixarei essas impressões de lado para contar o que interessa.

Para começar o café-da-manhã já estava bem cheio quando chegamos ao salão nesta manhã. Comemos e partimos rumo à feira de Tristán Navajo.

Andamos umas quinze quadras na Av. 18 de julio até chegarmos ao nosso destino e, ainda assim, no caminho não havíamos encontrado uma casa de câmbio sequer aberta e a Elaine teve que sacar dinheiro direto no caixa eletrônico porque eu fui a única que salvei um pouco dos pesos. Depois disso encontramos finalmente um câmbio aberto, mas estava bem caro e decidimos nos virar com o que tínhamos. Só mais tarde, quando já estávamos na feira, que encontramos um outro cambio, onde então cada um trocou um pouco de dinheiro.

Eu gastei tudo na feira. Comprei um livro (Diário de Anne Frank), uma bolsa em um brechó no meio da feira, dois anéis, uma lente para adaptar na minha e uma camisa do Peñarol para meu primo.

A feira, de fato, é bem diferente das feiras que vemos por aqui. Ela tem de tudo! Desde frutas e verduras à filhotes, peixes e cobras; roupas à livros e artesanato; antiguidades à tralhas e tranqueiras velhas; ferramentas à utensílios de cozinha e papelaria. Enfim, de tudo.

Almoçamos por lá mesmo, em um restaurante charmoso chamado Verde, com música ao vivo e jogo Uruguai x Senegal (onde o Uruguai perdeu por 2×0, em plena olimpíada).

Andamos muito pela feira, então pegamos um ônibus para a Ciudad Vieja para ir ao Mercado del puerto. É bem bonito, mas não deixava de ser um mercado municipal, onde encontramos basicamente comida. De lá, andamos até o Teatro Solis para conhecer. Não pudemos entrar ou tampouco fazer a visita guiada porque ia ter uma apresentação x, mas conhecemos uma parte do interior e as galerias de foto que estavam expostas. É bem bonito também, chique.

Por fim, paramos em um lugar para tomar chocolate quente e comer Palmitas (estilo fatias húngaras mais secas). Voltamos para o hotel para descansar cerca de 18h30. Tomamos banho e tiramos um cochilo. Às 22h20 fomos novamente ao restaurante Del Navio, o mesmo o qual conhecemos a Maria que, por sua vez, ficou bem feliz de nos ver novamente.

A Elaine pediu peixe com arroz, o Pedro montou um prato com purê, batatas fritas, arroz e salada e eu comi um bife de frango à milanesa com batatas fritas, mas o prato era tão grande que não aguentei metade, fomos dividindo tudo aqui e ali.

Estamos de volta ao hotel devidamente quentinhos cada um em sua cama. Hoje o dia estava bem frio, na feira e no final da tarde eu quase congelei minhas mãos que secaram e machucaram com o vento cortante. Mas isso tudo já estava previsto na previsão do tempo, amanhã acho que o frio amenizará um pouco. Amanhã (hoje, pelo horário) dia de compras e de, finalmente, ver o comércio devidamente funcionando!

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  • 30/07/2012 (23:08)

Cansaço e pressa ao sono.

Hoje, acordamos, café-da-manhã, museu do Torres García, portão da cidade, compras na 18 de julio, acordeón, hotel para deixar as compras, ônibus para Pocitos e o shopping de Punta Carretas, almoço no shopping, ônibus de volta à Ciudade Vieja, passeio a procura de lojas que não estivessem fechando (final da tarde), volta ao hotel, jantar e compras de café-da-manhã, hotel, arrumar malas, banho e SONO. Acordaremos à 2h da manhã. Que tudo corra bem.

  • 31/07/2012 (21:13)

Agora, devidamente descansada, consigo escrever.

O dia de compras e museu foi bem sucedido.

Depois do café-da-manhã fomos até a Plaza da Independencia e ao museu do Torres García, que fica no calçadão Paysandú. No museu tínhamos que pagar 65 pesos para entrar (R$6,50) e valeu a pena, viu (pelo menos para mim que não conhecia nada do artista, já a Elaine disse que esperava mais)?

Enfim, começamos as compras pela 18 de julio. Logo no começo já vimos uma loja de instrumentos musicais onde achamos um acordeón que o Pedro queria; falamos que íamos pensar e seguimos rumo ao banco. Porém, no caminho acabamos parando em várias lojas e compramos tudo o que queríamos. Aliás, eu pelo menos comprei o casaco da minha mãe (que era o objetivo do meu dia de compras) e uma blusa para mim. Depois de entrar em não-sei-quantas lojas, chegamos ao banco e começamos o caminho de volta até a loja de instrumentos, logicamente entrando em outras (ou até nas mesmas lojas) no caminho de volta.

O Pedro por fim comprou o acordeón que tanto queria, segundo ele e suas pesquisas, por um preço bem mais barato que no Brasil. Com aquele peso todo, voltamos para o hotel para deixar as coisas.

Saímos então rumo ao shopping de Punta Carretas. Logo que viramos a rua do hotel vimos um ônibus para lá e não perdemos a oportunidade. Eu precisava trocar mais pesos, mas a oportunidade do ônibus nos fez esquecer da casa de câmbio e fiquei sem pesos até o final do dia (mas por ser o último dia e eu nem ter visto nada que queria comprar, não teve problema).

O ônibus passava também por todo o bairro de Pocitos, que queríamos conhecer eventualmente. É um bairro bem bonito e mais rico do que o centro onde estamos hospedados.

O shopping é bonito também, mas nada demais. Não costumo ver beleza em shoppings, no geral. Lá pudemos cada um comer uma coisa e eu escolhi um prato júnior de comida chinesa, que vinha arroz temperado, shop suey, um macarrão estilo yakissoba e rolinhos de primavera. Os rolinhos eu dividi com os dois e a comida, mesmo sendo o prato júnior, era bastante. Na verdade, no geral, sempre nos empanturramos de comida durante as refeições no Uruguai. Sempre vem muita comida e compensa dividir porque são, em sua maioria, coisas pesadas e gordurosas.

Lembra que meus pesos acabaram? Então, o Pedro teve que me ajudar a pagar a comida também. Mas eles, ricos, comeram ravioli de verduras, para variar. O Pedro não tinha muitas opções de prato com aquele montante todo de carne, então sempre lhe restavam as pastas, geralmente pizza ou ravioli de verduras ou ricota.

Depois do almoço ainda visitamos algumas lojas e logo fomos embora, de ônibus novamente. Chegando na Ciudad Vieja, o Pedro foi para o hotel enquanto eu e Elaine fomos atrás de umas lojas que ela queria ver antes que fechassem, porque já eram quase 19h. Ainda passeamos por mais uma rua paralela à 18 de julio antes de irmos ao hotel buscar o Pedro para jantar.

Comemos na própria 18 de julio, em um restaurante em que fomos tomar café no dia anterior. E novamente empanturrados de comida passamos no supermercado para comprarmos um café-da-manhã para beliscarmos antes de seguirmos para o aeroporto na madrugada próxima.

Voltamos para o hotel, arrumamos as malas, banho e cama. Eu dormi umas poucas duas horas, a Elaine também e o Pedro nem dormiu. Nos acordou para tomarmos nosso café-da-manhã improvisado (um toddynho e um lanche com pão de forma e queijo processado) no quarto de hotel mesmo e fomos embora. O Pedro já tinha pedido um táxi que estava à nossa espera, fizemos check-out e partimos para o aeroporto por volta das 03h30.

Chegamos, fizemos check-in, despachamos as malas e os dois correram para o freeshop. Não demorou muito para embarcarmos.

O voo foi ok. Em Guarulhos, depois de mais uma hora de freeshop, pegamos as malas e fomos atrás de um táxi. Uma hora depois estávamos em casa. Corremos na padaria, compramos pão, fizemos lanchinhos e dormimos. Fim de viagem.

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Tchau, Montevidéu.

 

E fim. Ai, bateu saudade. Aliás, além de tudo isso, tem o vídeo, já viu? www.youtube.com/watch?v=7ghURbw4-oQ. E as fotos do Flickr, claro. E para quem quer saber mais da viagem porque ficou com vontade de ir também, don’t worrry, voltarei com mais informações. ;)

Com carinho,

A.

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